Os moradores da Colônia Quero Quero estão insatisfeitos com a situação das estradas da comunidade. De acordo com a secretária de Obras e Infraestrutura do município, Francine Albuquerque, o último reparo foi realizado há 2 meses na estrada principal. Ela também informou que há cerca de um mês houve manutenção na estrada que leva até à empresa Huhtamaki.

Em relação a novos reparos Albuquerque informou que a cada 60 dias a equipe realiza trabalhos no local.  “É feito uma manutenção geralmente de dois em dois meses, conforme a ajuda do tempo. Se o tempo estiver chuvoso atrasa o cronograma de trabalho nas estradas e consequentemente atrasa lá também. Estamos fazendo os roteiros escolares e assim que terminarmos essa readequação voltamos para o lado do Quero Quero, Boqueirão e Pugas”, explicou a secretária.

De acordo com Albuquerque as ações possíveis são operação de tapa buracos. “O certo seria escarificar o local e tirar todo o asfalto, para fazermos uma manutenção como fazemos nas outras estradas rurais. Só que a população não quer então a única coisa que podemos fazer é operação tapa buraco”, esclareceu a responsável pela Secretaria de Obras e Infraestrutura.

Em 20 de fevereiro de 2017 a Prefeitura anunciou a manutenção na estrada municipal de Quero-Quero com asfalto fresado. Segundo ela o material utilizado foi doado pelo Departamento de Estadas e Rodagem do Paraná (DER-PR)  e a obra foi concluída.

Sobre a duração da manutenção, a secretária disse que as chuvas impossibilitaram uma maior duração dos reparos. “O material fresado não é igual o asfalto, ele age mais como um antipó. Pela questão do grande volume de chuvas que tivemos no fim e começo desse ano, não durou o tempo que gostaríamos que durasse. E lá também tem outro agravante, que é o alto fluxo de caminhões, tanto pelas empresas, por cortar caminho de uma rodovia a outra e pelo areial. Então há grande fluxo não só de caminhões de indústria, como equipamentos agrícolas também”, falou Albuquerque.

A secretária informou que desde 1989 a estrada principal do Quero Quero, que pertencia ao Estado, está sob responsabilidade da Prefeitura Municipal.  “O Estado passou para o município, apenas o ônus, sem nenhum bônus ou auxílio. Então agora é por conta do município”, relatou Albuquerque.